PAI TE AMO DEMAIS!!!!! EMBORA COM 50ANOS EU PRECISO MUITO DE TI.
6 comentários:
Anônimo
disse...
Perfeição!
O indivíduo (ser antropológico) evolui e interage num tempo e espaço limitados por sua compreensão. Mas essas dimensões são infinitas, razão do mistério de nossas vidas, da existência de “tudo” e ou do “todo” e isso é tão real que está acima ou alem do que afirmam os ramos do pensamento filosófico...
Precisamos avançar na compreensão desse mistério, mas sem divagações. Em princípio podemos admitir que o comportamento do “ser humano” é imperfeito, mas não é... ...ao contrário é uma “perfeição” que rejeitamos porque não a compreendemos...
Não fosse assim como aceitar a evolução do “todo” se não admitimos a de uma “parte”, que somos nós interagindo?
O saber, a bondade, a benevolência assim como o egocentrismo, a soberba e a onipotência, são partículas infinitesimais dessa perfeição não o contrário como somos induzidos a admitir.
Muitos, nesse momento, devem esta pensando ou, até mesmo, comentando: esse cara é maluco; deve estar voltando de férias na Pinel; deve se achar o dono da verdade; ta “viajando na maionese”...
Não lhes contestarei porque estão no contexto e aceito o que somos... ...Não os limito nem a mim num tempo e num espaço que são infinitos... ...é hora de pensarmos sobre isso!
Noite gélida. Sonâmbulo, só, no escuro difuso, pairo silente, ofegante, junto à janela... ...a vidraça embaça!...
Da minh’alma, os olhos e os ouvidos contemplam e ouvem. Da matéria? Nada!...
Que mundo é esse?... De onde ouço risadas... ...gargalhadas... De insanos murmúrios... De volúpias de prazeres... De orgias irreveláveis!...
De recônditos sofreres... De onde ouço gemidos: dos desvalidos, dos esquecidos!...
São gemidos de fome, de frio, muito frio... De angústia, muita angústia... De dor, muita dor pelas vidas que se esvaem. De pais e filhos que se apartam!...
Ouve-se ao longe... Abafados suspiros, Entre primeiros e últimos suspiros... Daqueles que ficam; daqueles que partem!...
Vidas extratestuais: dos orçamentos, dos meus textos, das revistas, dos jornais!...
Ainda na janela, acordo. Volto ao meu mundo! ...a este mundo real... ...quero falar, dizer tudo... ...a voz... ...não digo... ...e a penúltima lágrima cai!
Nossas vidas se entrelaçam de caminhos: os bifurcados, os tortuosos, as subidas, as descidas, os avanços, os retrocessos; todos com armadilhas, umas que nos armam outras que armamos...
Durante nossas caminhadas enfrentamos: aragens, ventos e ciclones; garoas, chuvas e temporais; vulcões, terremotos, maremotos e tsunamis, que atravessaremos ou serão nossas últimas paradas.
Essas são as regras de uma cartilha as quais não nos foi dado o direito de rejeitá-las, pois nos colocaram compulsoriamente sem que tivéssemos opinado se queríamos ou não estar “aqui”... ...encontramo-nos na condição de amar ou odiar, entre os quais existe uma gama imensurável de sentimentos, que constituem a essência de nossas condutas.
O “saber” e a “compreensão” talvez sejam os únicos caminhos até o “prazer” em nossas jornadas... ...não sei se “pleno”... ...fora isso só a “amargura”... ...mas eu não sou uma pessoa amarga!...
6 comentários:
Perfeição!
O indivíduo (ser antropológico) evolui e interage num tempo e espaço limitados por sua compreensão. Mas essas dimensões são infinitas, razão do mistério de nossas vidas, da existência de “tudo” e ou do “todo” e isso é tão real que está acima ou alem do que afirmam os ramos do pensamento filosófico...
Precisamos avançar na compreensão desse mistério, mas sem divagações. Em princípio podemos admitir que o comportamento do “ser humano” é imperfeito, mas não é... ...ao contrário é uma “perfeição” que rejeitamos porque não a compreendemos...
Não fosse assim como aceitar a evolução do “todo” se não admitimos a de uma “parte”, que somos nós interagindo?
O saber, a bondade, a benevolência assim como o egocentrismo, a soberba e a onipotência, são partículas infinitesimais dessa perfeição não o contrário como somos induzidos a admitir.
Muitos, nesse momento, devem esta pensando ou, até mesmo, comentando: esse cara é maluco; deve estar voltando de férias na Pinel; deve se achar o dono da verdade; ta “viajando na maionese”...
Não lhes contestarei porque estão no contexto e aceito o que somos... ...Não os limito nem a mim num tempo e num espaço que são infinitos... ...é hora de pensarmos sobre isso!
O Brasil, com Serra, pode mais!...
Serra-serra seu José
Serra Lula o pior
Serra Dilma a aloprada
Serra tudo ao seu redor!...
Serra a corrupção
Serra todo o venal
Serra primeiro o “reisinho”
Serra essa gente do mal!...
Serra o aparelhamento
Serra o tal de caixa dois
Serra o q’está em andamento
Serra geral vem depois!...
Serra agora de mansinho
Serra esquece o returno
Serra que nós te ajudamos
Serra no primeiro “turno”!...
Serra-serra seu José
Serra em nome dos normais
Serra em nome do Brasil
Serra, Você pode mais!...
UMA NOITE!...
Noite gélida.
Sonâmbulo, só,
no escuro difuso,
pairo silente, ofegante,
junto à janela...
...a vidraça embaça!...
Da minh’alma,
os olhos e os ouvidos
contemplam e ouvem.
Da matéria?
Nada!...
Que mundo é esse?...
De onde ouço risadas...
...gargalhadas...
De insanos murmúrios...
De volúpias de prazeres...
De orgias irreveláveis!...
De recônditos sofreres...
De onde ouço gemidos:
dos desvalidos,
dos esquecidos!...
São gemidos de fome,
de frio, muito frio...
De angústia, muita angústia...
De dor, muita dor pelas
vidas que se esvaem.
De pais e filhos
que se apartam!...
Ouve-se ao longe...
Abafados suspiros,
Entre primeiros e
últimos suspiros...
Daqueles que ficam;
daqueles que partem!...
Vidas extratestuais:
dos orçamentos,
dos meus textos,
das revistas,
dos jornais!...
Ainda na janela, acordo.
Volto ao meu mundo!
...a este mundo real...
...quero falar, dizer tudo...
...a voz... ...não digo...
...e a penúltima lágrima cai!
J. P. Fontoura.
Nossos Caminhos.
Nossas vidas se entrelaçam de caminhos: os bifurcados, os tortuosos, as subidas, as descidas, os avanços, os retrocessos; todos com armadilhas, umas que nos armam outras que armamos...
Durante nossas caminhadas enfrentamos: aragens, ventos e ciclones; garoas, chuvas e temporais; vulcões, terremotos, maremotos e tsunamis, que atravessaremos ou serão nossas últimas paradas.
Essas são as regras de uma cartilha as quais não nos foi dado o direito de rejeitá-las, pois nos colocaram compulsoriamente sem que tivéssemos opinado se queríamos ou não estar “aqui”... ...encontramo-nos na condição de amar ou odiar, entre os quais existe uma gama imensurável de sentimentos, que constituem a essência de nossas condutas.
O “saber” e a “compreensão” talvez sejam os únicos caminhos até o “prazer” em nossas jornadas... ...não sei se “pleno”... ...fora isso só a “amargura”... ...mas eu não sou uma pessoa amarga!...
Delmar Fonoura.
Às vezes sonhamos tantos sonhos, que não nos sobra tempo de acordar para a realidade...
Gostei do poema do sr. Delmar Fontoura: " A NOITE " Cada vez que leio descubro um significado. Abraços. Márcia
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